Confira as dúvidas mais frequentes sobre a coleta de células-tronco


Provavelmente você já ouviu falar da possibilidade de congelar o sangue do cordão umbilical do seu bebê, certo? Nele, existem células-tronco que podem ajudar a tratar doenças graves de origem sanguínea, como a leucemia. Mas apesar de todos os benefícios, a decisão de guardar essas células no momento do nascimento não é tão simples e surge a dúvida: congelar ou não?


A Munchkin responde as principais questões para você conhecer mais a fundo e tirar dúvidas sobre o assunto.


1) O que é o armazenamento de células-tronco?

O sangue do cordão umbilical é rico em células hematopoéticas. Isso quer dizer que elas são capazes de dar origem a todas as células da linhagem sanguínea, hemácias, glóbulos brancos e plaquetas. Além disso, o tecido do cordão umbilical também é capaz de originar células de alguns tecidos do corpo, como as articulações, músculos e ossos. Geralmente, quando os bebês nascem, a placenta e o restante do cordão (que contem essas células tão ricas) são descartados como lixo biológico. O armazenamento de células-tronco consiste na coleta desses materiais: o sangue do cordão umbilical e um segmento do próprio cordão, que são processados e armazenados em um laboratório especializado.


2) Como esse armazenamento é feito?

A coleta do sangue do cordão umbilical é indolor e segura tanto para a mãe quanto para o bebê. Ela acontece depois do nascimento, após o cordão ter sido cortado.


O sangue coletado é colocado em uma bolsa própria, refrigerado e encaminhado para laboratório. Lá, é submetido a etapas de processamento a fim de obter o maior número possível de células-tronco. As amostras são armazenadas por meio da criopreservação, método que resfria as células gradativamente com nitrogênio líquido, até que atinjam temperaturas muito baixas (-196ºC), o que permite a conservação por muito tempo.


3) Qual a importância das células-tronco do cordão umbilical?

As células-tronco do sangue presente no cordão umbilical são imaturas, o seja, exigem um grau menor de compatibilidade. Além disso, sofreram menos influências externas (ao contrário das células-tronco da médula óssea de um adulto). Outra vantagem é que as células-tronco do cordão umbilical apresentam um maior potencial regenerativo, demonstrando uma melhora na velocidade de recuperação.


4) Como funcionam os bancos privados? E quanto ao preço?

Nos bancos privados, você contrata o serviço de armazenamento e permanece responsável pelas células-tronco até a maioridade do seu filho. Após esse período, ele é quem assume a responsabilidade, podendo decidir em relação a utilização das células.


A coleta, transporte e o processamento da amostra de sangue do cordão umbilical são pagos em uma taxa única, que varia de R$2500 a R$4000, dependendo das técnicas utilizadas e do local da coleta. Para manter o material armazenado, paga-se por ano uma taxa que varia entre R$600 e R$800. Caso o tecido do cordão umbilical também seja armazenado, a coleta, transporte e processamento varia de R$2000 a R$2500 e a taxa anual de armazenamento gira em torno de R$600.


5) Como funcionam os bancos públicos?

Diferente dos bancos privados que mantem o material exclusivo para você e sua família, nos bancos públicos o sangue do cordão umbilical de seu filho é doado para quem precisar. Para doar, a mãe precisa ter entre 18 e 36 anos, no mínimo duas consultas de pré-natal documentadas e nenhum antecedente de doenças como câncer ou anemias hereditárias. O parto não pode ser antes da 35º semana de gravidez e o bebê não pode ter peso inferior a dois quilos.


6) Por quanto tempo as células-tronco podem ficar armazenadas?

A técnica de criopreservação ainda é recente e por isso, não se sabe exatamente por quanto tempo as células ficam viáveis. Porém a literatura científica traz relatos de células preservadas há mais de 23 anos com característica e viabilidade adequada para transplantes.


7) Quais doenças podem ser tratadas com as células-tronco do cordão umbilical?

O transplante de células-tronco utilizando o sangue do cordão umbilical já é utilizado no tratamento de mais de 80 doenças em todo o mundo, dentre elas leucemia, linfoma e anemia falciforme.


Fique de olho no blog, pois queremos estar sempre presentes nos momentos que fazem a relação entre os pais e o bebê ser cada vez mais intensa. Para a Munchkin, detalhes fazem diferença.

Fontes: Cordvida | Pediatria em Foco

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