Reflexos do recém-nascido



Você sabia que apesar de muito novinhos, os recém-nascidos, assim como nós, também possuem reflexos? Eles são chamados de reflexos primitivos e surpreendem muito os papais na primeira consulta no pediatra. A avaliação de alguns dos reflexos é fundamental, pois sua ausência pode ser sinônimo de algum problema de saúde que precise ser monitorado.

Alguns dos reflexos dos recém-nascidos são repetições dos comportamentos praticados ainda na barriga da mãe. Eles desaparecem e reaparecem de acordo com as necessidades de adaptação do bebê ao ambiente, como a sucção, o ato de chupar e de engolir, que facilitam na hora da amamentação.

Nos primeiros meses de vida, a maior parte dos movimentos de um bebê é involuntária, ou seja, eles reagem aos estímulos de forma automática. A medida que o sistema neurológico se desenvolve, alguns dos estímulos vão desaparecendo e outros, evoluindo.

Confira abaixo alguns dos principais reflexos que podem ser percebidos nas primeiras semanas de vida da criança:

- Reflexo de Moro: são os espasmos em que o bebê estica o pescoço, abre e estende os braços de forma descoordenada e chora em seguida. Geralmente, acontece em resposta a estímulos bruscos, como por exemplo um barulho forte.

- Perioral e sucção: é considerado um reflexo de sobrevivência, que ocorre quando os lábios são tocados por alguma coisa. Em ultrassons, é possível ver alguns fetos chupando os dedinhos.

- Voracidade: experimente tocar alguma região ao redor da boca do recém-nascido, como por exemplo a bochecha. A reação da criança é se virar para o lado, como se estive procurando para mamar.

- Preensão: se você passar o seu dedo nas mãozinhas ou pezinhos do bebê, ele provavelmente vai apertar os dedinhos, tentando lhe prender. À medida que você tenta tirar o dedo, o bebê tende a apertá-lo com mais força ainda.

A partir do terceiro mês, o bebê já é capaz de fazer alguns movimentos voluntários, como sustentar o pescoço. Os recém-nascidos querem entender o mundo à sua volta e, por isso, precisam de estímulos. Então, quanto mais os pais os tocarem e os estimularem, melhor.

Fique de olho no blog, pois nós da Munchkin queremos estar sempre presentes nos momentos que fazem a relação entre os pais e o bebê ser cada vez mais intensa. Para a Munchkin, detalhes fazem diferença.

Fontes: BabyCenter | Revista Crescer

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