Conheça os diferentes tipos de parto


Hoje em dia, ao se descobrirem grávidas, muitas mulheres logo começam a pensar em como querem que os seus bebês venham ao mundo. Algumas, por influência de conhecidos que passaram por essa experiência, já tem isso em mente.


Segundo o Ministério da Saúde, o objetivo principal dos obstetras ao final do parto é de um recém-nascido e mãe saudáveis, não traumatizados pelo processo de nascimento. Para isso, é importante escolher um médico que entenda e compartilhe dos pensamentos e escolha da futura mamãe ou do casal. Porém é certo que em caso de complicações, cabe ao profissional de saúde indicar o melhor método. Parto normal, humanizado, cesárea? Entenda a diferença.



O parto normal é aquele que ocorre espontaneamente entre 37 e 41 semanas completas de gestação. Ele oferece muitos benefícios para a mãe e o bebê. Porém, por medo das dores ou por falta de informação, muitas mulheres descartam esta opção. Durante a gestação, além do bebê estar em formação, o corpo da mãe também passa por diversas mudanças para que ocorra o parto normal.


O trabalho de parto normal começa quando a mulher sente contrações uterinas frequentes, dilatação igual ou superior à 2cm e o rompimento da placenta. Quando o colo alcança dilatação de 10cm, inicia-se o processo denominado de expulsão, resultando no nascimento da criança e eliminação da placenta.

De acordo com o Ministério da Saúde, a mulher se recupera mais rápido no parto normal, além de correr menos riscos de infecções e hemorragias. Porém, é válido ressaltar que em caso de complicações médicas, o obstetra poderá optar pela cesariana, prezando pela saúde da mãe e do bebê.


Nos últimos anos, o parto humanizado (ou natural) vem conquistando adeptos no mundo inteiro. Este termo é utilizado a fim de definir o atendimento respeitoso e centrado no bem-estar da gestante. Com inúmeros benefícios já comprovados, o parto natural é recomendado pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

Existem diferenças significantes entre o parto normal e humanizado. No parto normal ocorrem alguns procedimentos médicos rotineiros, que por vezes, são desnecessários, causando estresse à gestante. São eles: o corte na vagina, a colocação de soro na veia, a raspagem dos pelos, a lavagem intestinal, a suspensão da alimentação, o repouso na cama hospitalar, etc. O parto humanizado se diferencia do normal pelas atitudes médicas centralizadas nas necessidades da gestante. Intervenções são realizadas apenas quando há uma real indicação.


A cesariana, por sua vez, é uma técnica cirúrgica realizada para tirar o bebê de dentro do útero materno. É feita uma incisão transversal ou longitudinal sobre a pele e camadas de tecido da gestante. Em seguida ocorre a extração do feto, a retirada da placenta e a sutura. Geralmente, a cesariana é indicada em casos onde o parto normal é inviabilizado, como por exemplo: dilatação incompleta, descolamento prematuro da placenta, sangramento intenso, mãe portadora de sífilis ou HIV. Apesar dessas indicações pontuais, hoje em dia, muitas mulheres ou médicos optam pelo nascimento através da cesárea. Entretanto, é necessário se atentar para o fato de que a cesárea é um procedimento cirúrgico, com recuperação mais lenta e dolorosa que no parto normal e humanizado.


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Fontes: Ministério da Saúde | Conselho Regional de Enfermagem de Sâo Paulo (COREN SP)


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