Polvos de crochê: como esse objeto pode beneficiar bebês prematuros



Mais que um acessório de adorno nos berços e incubadoras neonatais, os polvos de crochê, que viraram sucesso recentemente nas mídias sociais, podem auxiliar o bebê prematuro a se sentir mais confortável e seguro.

Os tentáculos do polvo remetem o cordão umbilical ao recém nascido e, dessa forma, eles podem ativar a segurança que sentiam no útero materno. Além disso, a equipe médica do Hospital Universitário de Aarhus na Dinamarca, por exemplo, registrou melhoras nos sistemas cardíacos e respiratórios nos bebês que foram beneficiados com essa técnica.

Mas há controvérsias: o Ministério da Saúde emitiu uma nota reforçando a importância do contato pele a pele do bebê prematuro com a sua mãe e pai. Além disso, ressaltou que o cordão umbilical, placenta e paredes uterinas oferecem outros estímulos (cheiros, sons, texturas, umidade e o pulsar) que não podem ser obtidos através do uso do polvo de crochê. Apesar disso, reitera que brinquedos neonatais podem ser utilizados desde que passem por um rigoroso processo de controle hospitalar a fim de evitar infecções.

Para que o polvo seja seguro e liberado para utilização, é preciso ser feito de tecido 100% algodão e seus tentáculos não podem passar de 22 centímetros.

O Projeto Octo Brasil surgiu em nosso país em 2017 e é constituído por voluntários que confeccionam e doam polvos de crochê para bebês prematuros em Unidades de Tratamento Intensivo neonatais em todo o país.

Fique de olho no blog, pois nós da Munchkin queremos estar sempre presentes nos momentos que fazem a relação entre os pais e o bebê ser cada vez mais intensa. Para a Munchkin, detalhes fazem diferença.

Fontes: Ministério da Saúde | Revista Crescer | Hypeness | Projeto Octo Brasil

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